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Flávio Bolsonaro chega a Miami e é recebido pelo irmão Eduardo em meio a informações sobre saída do Brasil
Flávio Bolsonaro teria chegado a Miami, nos Estados Unidos, nesta terça-feira (27), onde foi recebido pelo irmão, Eduardo Bolsonaro. A informação foi divulgada.

Flávio Bolsonaro teria chegado a Miami, nos Estados Unidos, nesta terça-feira (27), onde foi recebido pelo irmão, Eduardo Bolsonaro. A informação foi divulgada com base em relatos de aliados e pessoas próximas à família. Segundo informações preliminares, Eduardo teria participado da articulação da viagem junto a autoridades norte-americanas, mas essa versão ainda precisa de confirmação independente.
Eduardo, que reside no Texas, teria ido à Flórida acompanhado da esposa e dos filhos para encontrar o irmão e recebê-lo com a família. Até o momento, não há informações suficientes para confirmar todos os detalhes da viagem ou as circunstâncias da suposta saída do senador do Brasil.
Viagem ocorre após declarações sobre permanência no país
Na segunda-feira (26), Flávio Bolsonaro visitou o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e publicou mensagens nas redes sociais. Após a visita, teria afirmado que não pretendia deixar o Brasil.
A viagem aos Estados Unidos ocorre em meio a informações sobre uma possível determinação judicial envolvendo o passaporte do senador. A situação exige esclarecimentos sobre o teor e o alcance da decisão atribuída ao Supremo Tribunal Federal (STF), bem como sobre eventuais restrições de deslocamento impostas a Flávio.
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Suposta articulação com autoridades americanas
Relatos preliminares também levantaram a hipótese de participação de integrantes do governo de Donald Trump na articulação da viagem. Entretanto, não há confirmação independente apresentada no material de que o presidente norte-americano tenha participado diretamente da operação.
As informações sobre a concessão de vistos ao senador e aos familiares também precisam ser confirmadas por fontes oficiais do governo dos Estados Unidos.
Antes da suposta viagem, Flávio teria entrado em contato com Rogério Marinho, apontado como ex-coordenador de sua campanha, e dito que precisava “espairecer”. Em seguida, segundo os relatos divulgados, o senador teria ficado incomunicável.
O caso pode ter repercussões políticas e jurídicas, mas os detalhes sobre a viagem, a situação do passaporte e a eventual participação de autoridades estrangeiras dependem de confirmação por fontes oficiais e documentos verificáveis.
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