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Anagé

Sem transporte desde 27 de agosto, alunos cobram providências do prefeito de Anagé

Alunos da comunidade quilombola de Mandacaru estão sem transporte escolar desde 27 de agosto, afetando sua educação e rotina. Prefeitura precisa agir.

Por Urgente Bahia
Sem transporte desde 27 de agosto, alunos cobram providências do prefeito de Anagé

Estudantes da comunidade quilombola de Mandacaru, na zona rural de Anagé, estão há semanas enfrentando dificuldades para frequentar as aulas devido à interrupção do transporte escolar. Segundo relatos de moradores, alunos do ensino fundamental e do ensino médio estão sem acesso ao serviço desde o dia 27 de agosto.

A ausência do transporte tem afetado diretamente a rotina das famílias e dos estudantes, principalmente daqueles que dependem exclusivamente do serviço público para se deslocar até as unidades de ensino.

De acordo com os relatos, o problema permanece sem uma solução até o momento, enquanto os alunos acumulam faltas e deixam de acompanhar regularmente o conteúdo escolar. A situação tem gerado preocupação entre os moradores da comunidade, que cobram providências para que o transporte seja restabelecido o quanto antes.

Para as famílias, a interrupção do serviço representa um obstáculo ao direito básico à educação. Em comunidades rurais e quilombolas, onde as distâncias até as escolas podem ser grandes e o transporte público é limitado ou inexistente, o serviço escolar se torna essencial para garantir a permanência dos estudantes em sala de aula.

Além dos prejuízos pedagógicos, a falta de transporte pode aumentar o risco de evasão escolar, especialmente entre alunos que não possuem outra alternativa para chegar às unidades de ensino.

A comunidade de Mandacaru aguarda uma posição do poder público sobre os motivos que levaram à suspensão do transporte e sobre a previsão para a retomada do serviço.

O espaço permanece aberto para que a Prefeitura de Anagé e a Secretaria Municipal de Educação apresentem esclarecimentos sobre a situação e informem quando o transporte escolar dos estudantes da comunidade quilombola será normalizado.

Enquanto isso, permanece a preocupação das famílias: até quando esses alunos terão que esperar para voltar regularmente às salas de aula?

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