Bahia
Advogada baiana é morta a facadas dentro de apartamento em Lisboa; homem é preso suspeito do crime
Advogada baiana é assassinada em Lisboa; suspeito é preso após confessar o crime. Investigação apura as circunstâncias do homicídio.

A advogada baiana Thaíse Ramos Bacelar foi encontrada morta dentro do apartamento onde morava, em Lisboa, Portugal. O crime aconteceu no dia 5 de agosto de 2026 e é investigado pelas autoridades portuguesas.
Segundo informações divulgadas pela TV Record Portugal e por veículos da imprensa local, o principal suspeito é um homem de 29 anos, natural do Panamá, que também residia no imóvel. Thaíse e o homem dividiam o apartamento.
De acordo com os relatos publicados pela imprensa portuguesa, agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) foram acionados e encontraram o corpo da advogada na cozinha. Ela apresentava perfurações no rosto e em outras partes do corpo. Quando os policiais chegaram ao local, a porta do apartamento estava entreaberta.
Ainda conforme as informações divulgadas, o suspeito foi localizado na sala do imóvel com vestígios de sangue. Ele foi detido em flagrante e, segundo relatos da imprensa portuguesa, teria confessado o crime.
A versão apresentada pelo suspeito aponta que o homicídio teria ocorrido após uma discussão relacionada à convivência entre os dois e ao uso das áreas comuns do apartamento. As circunstâncias e a dinâmica do crime, no entanto, seguem sendo apuradas pelas autoridades portuguesas.
OAB-BA só foi comunicada semanas após a morte
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA) informou que recebeu oficialmente a comunicação sobre a morte de Thaíse somente no dia 28 de agosto, 23 dias após o crime.
Segundo a entidade, o pai da advogada procurou a Secretaria de Inscrições da OAB-BA para comunicar o falecimento da filha, solicitar o cancelamento da inscrição profissional e adotar as medidas administrativas necessárias.
A OAB-BA esclareceu que, na comunicação recebida, não foi informada a causa da morte e que também não houve, naquele momento, qualquer outro pedido relacionado às circunstâncias do falecimento.
O caso permanece sob investigação em Portugal, e as autoridades responsáveis deverão esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e as circunstâncias que levaram à morte da advogada baiana.
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