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Ilhéus

Josevaldo Machado, ex-presidente da Câmara de Ilhéus, é preso para cumprir pena de 15 anos por corrupção e peculato

Ex-presidente da Câmara de Ilhéus, Drº Jó, é preso após condenação de 15 anos por peculato e corrupção, dando início ao cumprimento da pena.

Por Urgente Bahia
Josevaldo Machado, ex-presidente da Câmara de Ilhéus, é preso para cumprir pena de 15 anos por corrupção e peculato

O ex-presidente da Câmara Municipal de Ilhéus, Josevaldo Viana Machado, conhecido como Drº Jó, foi preso por volta das 7h30 desta segunda-feira (28), após o cumprimento de uma ordem judicial relacionada a uma condenação definitiva.

Segundo informações do repórter Fábio Roberto e documentos do processo, Josevaldo foi condenado a 15 anos de prisão, sendo nove anos de reclusão e seis anos de detenção, em regime inicial fechado. A sentença também determinou o pagamento de 214 dias-multa, no valor de R$ 514 cada.

A condenação envolve crimes de peculato, corrupção passiva e irregularidades em processo licitatório, com enquadramento nos artigos 312 e 317 do Código Penal e no artigo 89 da Lei nº 8.666/1993.

De acordo com a documentação judicial, a condenação transitou em julgado em 5 de maio de 2026, após decisão do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). Com o encerramento definitivo do processo, a pena passou à fase de execução.

Defesa tentou suspender prisão

Após o trânsito em julgado, a defesa de Josevaldo apresentou pedidos relacionados ao cumprimento da pena e tentou suspender a ordem de prisão. As solicitações, contudo, não foram acolhidas pela Justiça.

Em decisão proferida em junho deste ano, foi determinada a retomada da ordem de prisão e a expedição do mandado para o cumprimento da pena.

Já em julho, a defesa voltou a solicitar a expedição da guia de execução definitiva e a suspensão da ordem de prisão. Os pedidos também foram indeferidos.

Ex-presidente da Câmara

Josevaldo Viana Machado presidiu a Câmara de Vereadores de Ilhéus durante o biênio 2013-2014, pelo então PCdoB.

Após ser preso nesta segunda-feira, ele passou por exame de corpo de delito e foi encaminhado ao Conjunto Penal de Itabuna, onde deverá iniciar o cumprimento da pena determinada pela Justiça.

A prisão ocorre após o encerramento definitivo do processo judicial e o início da execução da condenação.

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