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PM encontrada morta em SP: novas evidências e prisão do companheiro
Novas evidências sobre a morte da PM Gisele Alves Santana levam à prisão de seu companheiro, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, por feminicídio.

Um mês após a morte da soldado da Polícia Militar, Gisele Alves Santana, de 32 anos, novas informações surgiram. Ela foi encontrada com um tiro na cabeça em seu apartamento, onde morava com o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos. A versão inicial do caso, que apontava suicídio, foi contestada pela família desde o início.
Conforme informações da Agência Brasil, o tenente-coronel teria acionado a Polícia Militar às 7h57, mas a vizinha ouviu o disparo às 7h28. Além disso, socorristas relataram que ele estava seco e que não havia sinais de água no banheiro, o que contradiz sua versão.
O advogado da família, José Miguel Silva Junior, destacou que a posição da arma na mão de Gisele é incomum em casos de suicídio. O caso ganhou novos desdobramentos com a exumação do corpo e a confirmação de lesões na face e no pescoço da vítima.
Na última terça-feira, a Justiça Militar concedeu um mandado de prisão preventiva contra Geraldo, que foi indiciado por feminicídio e fraude processual. Ele foi preso em sua residência e agora aguarda a continuidade das investigações no Presídio Militar Romão Gomes.
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