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Alerta em Itabuna: Onda de furtos de hidrômetros preocupa autoridades
Em um cenário alarmante, nos primeiros meses de 2026, a cidade de Itabuna está enfrentando um aumento vertiginoso nos casos de furtos de hidrômetros, conforme revelam dados da EMASA – Empresa Municipal de Águas e Saneamento. Entre janeiro e início de fevereiro, foram contabilizadas 14 ocorrências oficiais, evidenciando um problema que não só compromete a … Continued
Em um cenário alarmante, nos primeiros meses de 2026, a cidade de Itabuna está enfrentando um aumento vertiginoso nos casos de furtos de hidrômetros, conforme revelam dados da EMASA – Empresa Municipal de Águas e Saneamento.
Entre janeiro e início de fevereiro, foram contabilizadas 14 ocorrências oficiais, evidenciando um problema que não só compromete a segurança dos imóveis, mas também afeta diretamente o abastecimento de água e a gestão pública.
O crescimento desses atos criminosos está intimamente ligado ao período de férias, quando muitas residências ficam desocupadas, tornando-as alvos fáceis para os meliantes. Bairros como Conceição, João Soares, Santa Inês e o Centro de Itabuna são os mais atingidos por essa onda de furtos.
A EMASA destaca a importância da vigilância comunitária e da prevenção patrimonial para conter essa prática criminosa que tem gerado prejuízos não apenas financeiros, mas também ambientais e sociais.
Segundo Mateus Cruz, gerente comercial da empresa, as vítimas devem registrar Boletim de Ocorrência na Polícia Civil e apresentar o documento à EMASA, seja pessoalmente ou via WhatsApp. Com a comprovação do furto, o consumidor terá a substituição do hidrômetro isenta de cobranças. Cada equipamento furtado acarreta um prejuízo médio de R$ 100, impactando diretamente os recursos públicos.
Além das consequências financeiras, os furtos de hidrômetros provocam desperdício de água, contaminação da rede e possíveis danos nas instalações internas dos imóveis. Essa prática criminosa é impulsionada pela venda ilegal em ferros-velhos, configurando crime de receptação, passível de até oito anos de prisão segundo o Código Penal Brasileiro.
Diante desse preocupante cenário, a EMASA está em ação conjunta com a Guarda Civil Municipal para intensificar as fiscalizações nos pontos de venda ilegal e combater essa cadeia criminosa, reforçando seu compromisso com a sustentabilidade e a proteção do patrimônio público.
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