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Adolescente de 13 anos morre no HGVC enquanto aguardava transferência para tratamento oncológico em Vitória da Conquista

Adolescente de 13 anos morre no HGVC enquanto aguardava transferência para tratamento oncológico, gerando comoção e debate sobre acesso à saúde.

Por Urgente Bahia
Adolescente de 13 anos morre no HGVC enquanto aguardava transferência para tratamento oncológico em Vitória da Conquista

A adolescente Laís Annique Souza Dourado, de 13 anos, moradora de Dom Basílio, no sudoeste da Bahia, morreu nesta terça-feira (20), após permanecer internada no Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC). A jovem aguardava transferência para uma unidade especializada em oncologia pediátrica e radioterapia.

De acordo com informações divulgadas anteriormente pela família, Laís esperava desde o dia 6 de outubro por uma vaga na Regulação Estadual de Saúde. Exames médicos identificaram uma lesão expansiva na região do tronco encefálico, uma área delicada do sistema nervoso central que desempenha funções essenciais para o organismo.

Nos últimos dias, o pai da adolescente, Caio Fernando, fez apelos públicos por uma transferência urgente. Em meio à preocupação com o estado de saúde da filha, ele relatou a angústia da família diante da espera por atendimento especializado.

Segundo as informações divulgadas, havia a possibilidade de encaminhamento para unidades de referência em oncologia em Feira de Santana ou Salvador. No entanto, a transferência não foi concretizada antes da morte da adolescente.

Até o momento, não foram divulgadas informações detalhadas sobre a causa do falecimento. Também não há elementos suficientes para estabelecer uma relação direta entre o tempo de espera na regulação e a morte da jovem.

Caso provoca comoção

A morte de Laís causou comoção entre familiares, amigos e moradores de Dom Basílio, onde a adolescente vivia. A situação também chama a atenção para as dificuldades enfrentadas por famílias que dependem da regulação estadual para conseguir acesso a serviços especializados de saúde.

Em casos que exigem atendimento de alta complexidade, a espera por uma vaga pode aumentar a apreensão de pacientes e familiares, especialmente quando se trata de crianças e adolescentes com quadros clínicos delicados.

A morte de Laís deixa familiares e amigos enlutados e reacende o debate sobre o acesso oportuno a tratamentos especializados na rede pública de saúde.

Até a publicação desta reportagem, não havia informações adicionais sobre o sepultamento da adolescente nem um posicionamento oficial sobre o caso.

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