Guajeru
Suspeito de feminicídio em Guajeru é preso após matar ex-companheira que tinha medida protetiva
Suspeito de feminicídio em Guajeru é preso após matar ex-companheira com medida protetiva; crime ocorreu na residência da vítima, presenciado pelo filho.

O homem de 33 anos apontado como suspeito de matar a ex-companheira Maridalva Souza Gomes Lopes, de 35 anos, foi preso nesta terça-feira (29), em Guajeru, no sudoeste da Bahia. A prisão ocorreu durante uma ação conjunta das polícias Civil e Militar.
Maridalva foi assassinada a tiros no último domingo (27), dentro da própria residência, localizada na Rua Genésio Souza Brito, no centro do município. Segundo as investigações, o suspeito teria invadido o imóvel e efetuado os disparos contra a vítima, fugindo em seguida.
Um dos pontos que chamaram a atenção na investigação é que Maridalva possuía uma medida protetiva de urgência contra o ex-companheiro desde junho de 2025, após ameaças atribuídas a ele. Mesmo com a determinação judicial, o homem teria continuado a se aproximar da vítima.
O crime aconteceu por volta das 18h e, conforme informações divulgadas pelas autoridades, foi presenciado pelo filho do casal, de 12 anos. Maridalva também deixa outra criança, de 8 anos.
Após o assassinato, equipes policiais iniciaram buscas pelo suspeito. Durante as diligências que resultaram na prisão, foi apreendido um revólver calibre .32, com duas munições intactas, que será encaminhado para perícia. O homem também foi autuado por porte ilegal de arma de fogo.
A prisão foi cumprida após a Justiça expedir um mandado de prisão preventiva contra o investigado. Ele foi conduzido à unidade policial e permanece custodiado à disposição do Poder Judiciário.
A ação envolveu equipes das Delegacias Territoriais de Brumado e Guajeru, vinculadas à 20ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (20ª Coorpin/Brumado), com apoio da Polícia Militar e do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI/Minério).
As investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias do crime. A responsabilização criminal do investigado será definida pela Justiça após o andamento do processo e a análise das provas reunidas.

